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Suposta professora relata caso do jogo baleia azul em Joinville

Publicado em 20 de abril de 2017

Suposta professora relata em áudio que está circulando no Whats sobre casos do jogo baleia azul que já aconteceram em Joinville, (A secretaria de educação e da saúde não confirmam as informações deste áudio)  independente da veracidade do áudio, sabemos já que esse caso está preocupando muita gente, muitas famílias.

Isso começou no exterior e já está acontecendo no Brasil, no nosso estado, na nossa cidade. Não ache que isso é besteira. Nós não sabemos como esse conteúdo está sendo disseminado entre os adolescentes. Não sabemos se eles percebem, assim como nós, o absurdo que esse “jogo” representa. Provavelmente eles não vêem da mesma maneira que nós. Por isso, a atenção total é fundamental nesse momento.

NÃO NEGLIGENCIE A SITUAÇÃO

Você aí pode pensar: “Ah, mas meu filho/sobrinho/primo jamais faria uma coisa dessas”, “Isso é coisa de idiota” ou até mesmo “Quem faz isso não tem Jesus no coração”. Porém, entenda: essa é uma percepção sua. Você pensar assim não significa que as crianças pensem igual. Na verdade, COM CERTEZA elas não pensam igual. O que quero dizer é: não trate esse assunto com descaso. Leve a sério. Se a criança cogitou participar, ela não deve ser repreendida, mas sim COMPREENDIDA. Questione e tente entender o que está se passando.

CONVERSE, MAS SEM JULGAMENTOS

Ao abordar esse assunto, o psicólogo Jorge Jaber, da Associação Brasileira de Psiquiatria, diz que os pais devem estabelecer diálogo aberto para entender o que está se passando na vida do filho. “É importante que não tenham atitude persecutória. O jovem tende a rejeitar tom de briga”.
O questionamento compreensivo é fundamental, pois essa situação é o topo do iceberg. Além de todas as questões psicológicas que podem estar envolvidas e que podem motivar a participação dos adolescentes, o advogado e perito especializado em direito digital, José Antônio Milagre, diz que o criminoso ou “curador”, que “orienta” o participante a fazer as etapas do jogo, apresenta dados pessoais e até mesmo o IP dos jovens e os constrange a participar do desafio. “São jovens que estão fragilizados, muitas vezes coagidos e constrangidos com a divulgação de informações pessoais, que, na verdade, JÁ SÃO PÚBLICAS”.
A professora e educadora há mais de 40 anos, especialista em Educação, Ana Maria Dalsasso, defende que o mau uso da internet tem motivado o surgimento e a adesão a este jogo. “Este sinistro jogo tem que servir de alerta urgente aos pais, educadores e autoridades”, afirma.

Portanto, não pense duas vezes. Aja. Fale com seus conhecidos. COMPARTILHE ESSA INFORMAÇÃO.
Infelizmente, o perigo pode estar mais perto do que você imagina

 

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